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MÚSICOS & COMPOSITORES "OFF TOPIC"
Beth Bruno, segundo críticos, é uma das maiores vozes da nova geração de cantoras. Iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, através de festivais de música, onde ganhou vários prêmios como melhor intérprete. Participou como vocalista em discos e shows de grandes nomes da MPB como Djavan, Roberto Carlos, Ivan Lins, Beto Guedes, Gilberto Gil, Milton Nascimento entre outros. Sempre se apresentou nas principais casas de espetáculos, bem como teatros do Rio, entre os quais, Teatro João Teotônio, extinto Jazzmania , Mistura Fina, extinto Rio Jazz Club, Ritmo, Teatro Cândido Mendes, Teatro Dulcina, Espaço Cultural Sérgio Porto, Teatro da UFF e ainda no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Teatro Municipal de Niterói . Beth Bruno viveu momentos especiais ao lado de grandes instrumentistas brasileiros, tais como Nico Assumpção, Marcelo Martins, Artur Maia, Sebastião Tapajós, Délia Fischer, Marco Pereira, Claudio Infante e muitos outros. Junto com Carlos Lyra e o ator Antônio Pedro, Beth Bruno destacou-se no papel título da comédia musical "Pobre Menina Rica", de Vinícius de Moraes e do próprio Carlos Lyra. Dividiu o palco por inúmeras vezes, em grandes eventos, de público superior a vinte mil pessoas, com grandes nomes da MPB: entre eles, Paulo Moura, Altamiro Carrilho, Beth Carvalho, Francis Hime, Roberto Menescal e outros. Beth Bruno foi intérprete da música "Zen Vergonha", no primeiro CD da parceria Guinga/Aldir Blanc, sendo a faixa em que Beth participou, indicada para o prêmio Sharp de melhor arranjo. Esse mesmo CD, contou com a participação de Chico Buarque, Ivan Lins, Leny Andrade, Cláudio Nucci, Leila Pinheiro, entre outros. Foi convidada, juntamente com Nico Assumpção, para o Festival de Jazz de Ipanema, onde foi ovacionada por um público de mais de cinco mil pessoas. Trabalhou ao lado de Ivan Lins e da banda Batacotô, excursionando pelo Brasil e Estados Unidos. Beth Bruno faz parte do CD "Elas cantam Caetano Veloso", interpretando a primeira faixa "Dom de Iludir". Trabalhou como vocalista ao lado dos astros internacionais Al Jarreau e Marcus Miller no Free Jazz Festival. Beth Bruno faz parte do Songbook Antônio Carlos Jobim volume 5 , de Almir Chediak , fazendo duo com o cantor Ed Motta , na faixa "Imagina". Participou do Festival Internacional de Música de Hatillo, em Caracas na Venezuela . E do " Santa Mônica Summer Festival " em Los Angeles , na California . Participa da trilha sonora composta por Wagner Tiso para o filme "Tiradentes" de Oswaldo Caldera , cantando "Blowing in the wind " de Bob Dylan . Interpreta a música da trilha sonora do premiadíssimo curta metragem" De Janela para o Cinema", do diretor Quiá Rodrigues, composta por Ed Motta e Ronaldo Bastos, intitulada "Rainbow's End ", que ganhou os melhores prêmios de melhor curta de animação no país incluindo o Festival de Gramado ( Kikito de Ouro ) e primeiro lugar nacional e segundo lugar mundial no Festival Anima Mundi de Filmes de Animação 1999 , o Primeiro Grande Prêmio Brasil de Cinema (2000), além de ter sido um dos indicados como melhor curta de animação no Festival de Cannes (2000), na França . Fez parte da banda , como vocalista , do cantor e compositor Milton Nascimento no Show Cronner . Beth está lançando seu primeiro cd solo , intitulado "Luz". Beth também participa do projeto do DJ inglês Martin Enzo de Chillout music , entitulado " The Lunar Ark of Isis " com a música " The Circles of Mistique " a qual já é sucesso nas pistas do norte da Inglaterra e Irlanda . Participa da trilha sonora da peça teatral "Teatro Popular Brasileiro" de Marta Metzler, cantando a música "O Teatro da Natureza" de Marco Pereira e Aldir Blanc. http://www.besonic.com/bethbruno http://www.niteroi-artes.gov.br/bethbruno.html http://www.mp3.com/bethbruno tel./fax: 21- 2625-5112
Nome: Joaquim Augusto de Assis Ribeiro de Oliveira Nome Artístico: Kim Ribeiro Nascimento: 31 de Janeiro de 1949 Natural de Juiz de Fora, Minas Gerais Meu pai era flautista da Orquestra Filarmônica da cidade, e eu era criança ainda quando comecei a tocar o piccolo que ele me presenteou. Durante o movimento da bossa-nova (em 64 eu tinha 15 anos) os músicos da cidade envolvidos me chamaram para tocar flauta em shows, pois não havia outro flautista com disponibilidade e que gostasse de jazz, e assim iniciei minha vida artística. Depois de 4 anos me mudei para o Rio de Janeiro, onde passei a estudar seriamente a matéria nos Seminarios de Música Pro Arte com mestres: Esther Scliar (iniciação musical, ditados melódicos e harmônicos, história e análise musical); Cesar Guerra Peixe (contraponto e composição); Luiz Carlos de Moura Castro e Homero de Magalhães (música de câmera) e com Lenir Siqueira e Odette Ernest Dias, o instrumento: flauta. Profissionalmente, ingressei na Banda do Corpo de Bombeiros do Estado da Guanabara (banda militar) em 1969, tocando piccolo, e lá permaneci até 1972. Nessa época comecei a tocar em shows e teatros, e passei a gravar com artistas (na época era um dos poucos a tocar flauta em sol no Rio), passando a ter uma vida musical intensa. Criei grupos musicais e participei de outros, como o Quinteto de Sopros Juvenes, o grupo de jazz Ad Libitum (com Mauro Senise no sax, Raimundo Nicioli na guitarra, Neco no piano, Milton Botelho no baixo e Cid Freitas na bateria) e o quarteto só de flautas então Quarteto Pixinguinha. Desempenhei a função de primeiro flautista da Orquestra Juvenil do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (na época regida por Nelson Nilo Hack) e também na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (com Florentino Dias). Fui professor de flauta no MIS (Museu da Imagem e do Som) e no Conservatório Brasileiro de Música no Rio. Depois de 1975 voltei para Juiz de Fora, onde fiquei lecionando no Conservatório Estadual de Música, participando dos eventos musicais importantes da cidade e compondo. Nessa época tive e cuidei de meus primeiros filhos (Iuri e Elisa ). Em 1978 participei do Sétimo Encontro Latino-Americano de Música Contemporânea e tive aulas com Jorge Peixinho, Oscar Bazán, Violeta de Gainza, Dieter Kaufman, Gilberto Mendes, H.J. Koellreuter, José Maria Neves, Graciela Paraskevaídis, Willy Corrêa e outros. De 1980 a 1985 morei em Porto Alegre, Rio do Grande do Sul, onde estudei violoncelo com Jorge Falcione e depois com Inge Schmiedt. Lá trabalhei com a música regionalista, popular, jazz, e participei de grupo eruditos como o Quarteto (flauta, violino, viola e cello), o Trio de Flautas (com Sandra Costa e Ayres Potthoff) ou o Trio de Madeiras (com Augusto Maurer - clarinete - e Adolfo Almeida Jr. - fagote). Lá gravei meus 3 LPs e compus temas que ficaram bem conhecidos dos gauchos. Depois disso tenho trabalhado no Rio com a nova formação do Quinteto Pixinguinha (Mauro Senise, Andréa Dias, Franklin da Flauta e eu nas flautas, Raimundo Nicioli no vioão) e na região de Juiz de Fora (onde tenho meu estúdio) com o regional Choro & Cia e o grupo de jazz com Dudu Lima, Big Charles e Márcio Hallack além do trabalho solo e com outros músicos individualmente. Tenho trilhas musicais para os cinevídeos: - Nair Benedicto - documentário sobre a fotógrafa dirigido por José Santos (São Paulo - SP) 14' - O Rei do Samba - video-filme dirigido por José Sette (Juiz de Fora - MG) 60' - Causa Mortis - video-filme dirigido por Marcos Pimentel (Juiz de Fora - MG) 17' Minha música já foi executada sem minha presença no Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro), Theatro São Pedro (Porto Alegre - RS), Cine-Teatro Central e Teatro Pro Musica (Juiz de Fora - MG) por bandas, orquestras e grupos de câmera. Quando estou presente sempre apresento algum tema de minha autoria, como no dia 9 de Agosto de 2000 em concerto no Foyer do Theatro São Pedro, de Porto Alegre, completando com as sonatas de Bach e Cyprian Smith, tendo Pablo Gusmão ao piano.
Outras composições em arquivo .mid:
Quinteto São do Mato Página no site do Grupo de Artes Sônicas: http://www.artnet.com.br/pmotta/saodomato.htm Página do Quinteto São do Mato no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=42505824 Favor utilizar o e-mail do GAS para o envio dos dados abaixo, incluindo no espaço do "Subject" a seguinte expressão: "Cadastro Músico JF". Caso deseje enviar arquivos .mid (em formato General Midi e não ultrapassando 8 KB) de suas composições autorais (se desejar, inclua informações sobre as mesmas com, no máximo, dez linhas), use o recurso "Attach Document" (ou recurso similar) de seu programa de e-mail.
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