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Breve biografia não autorizada

Nascido em Volta Redonda em 14 de julho de 1971, Clinton Davisson Fialho é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora e pós-graduado em Afrocartografias – Cultura indígena e africana pela FeMASS de Macaé.
Além de jornalista especializado em cultura e política, Clinton trabalha como roteirista e cartunista. Atuou também como músico vários anos nas noites juizforanas.


Seu interesse por literatura começou antes mesmo de aprender a ler, com leituras que obrigava a mãe a fazer diariamente da coleção do Sítio do Pica-Pau Amarelo de Monteiro Lobato.
Filho de um professor de física, o interesse por ciência e ficção científica começaram também muito cedo, na década de 70, com enciclopédias ilustradas, revistas e livros sobre a corrida espacial. Acompanhava com seu pai episódios de Jornada nas Estrelas e, aos quatro anos já sabia diferenciar Kirk de Spock.
Em 1978 foi ao cinema pela primeira vez, o filme em cartaz era “Star Wars” que na época se chamava “Guerra nas Estrelas” e se apaixonou pela criação de George Lucas.


Quando aprendeu a ler, virou rato de biblioteca do Gacemss – Grêmio Artístico e Cultural Edmundo de Macedo Soares e Silva - uma instituição tradicional de Volta Redonda que soma hoje mais de 10 mil livros. Entre outras coisas, Clinton leu toda a coleção de Julio Verne e de H.G. Wells. Além de inúmeras revistas com reportagens sobre cinema.


Aos 14 anos escreveu seu primeiro romance, chamado “A Armadilha Espacial” já com o personagem Ron que iria usar posteriormente. Ainda aos 14 anos se envolveu com grupos de teatro encenando, dirigindo e estudando peças como “O Ubu rei” de Alfred Jarry e fazendo uma imersão de três meses só de Nelson Rodrigues, encenando diversas peças, entre elas “Os 7 Gatinhos”, “Vestido de Noiva”, “Toda Nudez Será Castigada”, “Álbum de família” e “Viúva, porém honesta”.


Aos 15 fazia parte do Grupo de Teatro da Prefeitura de Volta Redonda chamado “No meio da rua” que se apresentava em diversas praças em bairros do município.
Em 1991 passou para Fundação Educacional Rosemar Pimentel – FERP em Volta Redonda onde cursou História. Insatisfeito, mudou para Juiz de Fora onde se formou na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF.


Entre 1994 e 2000 freqüentou as famosas noites juizforanas como vocalista das bandas Merfolk, Os Assessores Culturais e O Velho.


Em 1999, lançou o romance “Fáfia – A Copa do Mundo de 2022” gerando polêmica ao juntar ficção científica e futebol com boas doses de humor.


Em 2000, inspirado nas idéias dos filósofos Antonio Gramsci, Edgar Morin e Marshall Mcluhan, escreveu a novela “Hegemonia” que ficaria com o 3º lugar no prêmio Nautilus da revista Scifi News em sua categoria. Entretanto, o universo dos disonianos, que começou a ser desenvolvido quando o escritor tinha apenas cinco anos de idade, ainda levaria sete anos para ficar pronto e ser lançado em 2007 pela editora Arte e Cultura. 


“Hegemonia – O Herdeiro de Basten” é um projeto planejado para duas trilogias e, provavelmente, um epílogo.


Como jornalista, trabalhou em programas da Rede Globo, Record e Bandeirantes. Mudou-se para Macaé-RJ em 2003, onde foi editor dos jornais O Debate, Diário da Costa do Sol, Cybermídia e Macaé Jornal.


Atualmente é o presidente do Clube de Leitores de Ficção Científica do Brasil e trabalha como jornalista da Secretaria de Educação de Macaé onde desenvolve o projeto “Pensando o futuro de Macaé” de incentivo à leitura para crianças, jovens e EJA.